Vídeo | O rei que ficou cego

O espetáculo trata da grande jornada de um jovem príncipe que enfrenta inúmeros perigos para trazer de volta a visão ao seu pai, rei daquele reino onde tudo ia bem.

É uma verdadeira aventura mítica repleta de peripécias e revelações, com rios cheios de monstros e ondas violentas, batalhas homéricas, águas milagrosas, palácios de vidros e diamantes, leões encantados, cavalos prateados, castelos de gigantes e viagens por mundos paralelos.

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Para tal, Cadu Cinelli e Warley Goulart confeccionaram um tapete gigante de 12 metros, que vai do chão ao teto, com grandes peças de tecido que juntas correspondem a uma paisagem de montanhas e planícies, sob um céu retalhado. É neste gigantesco tapete — e com a ajuda de bonecos de tecido, objetos sonoros, luzes e panos — que três contadores de histórias convidam as crianças a embarcar no caráter fantástico deste conto brasileiro.

Cantadas à capela, canções foram especialmente compostas para o espetáculo, cujas sonoridades se aproximam a cânticos tradicionais próprios de culturas orientais como as dos povos árabe e indiano. Além disso, o grupo se utiliza de objetos sonoros trazidos de outros Estados do Brasil, do Peru e Bolívia como moringa, berrante, quijada (mandíbula de jumento) e apito de argila.

Este espetáculo foi patrocinado pelo Fundo de Apoio ao Teatro – FATE.