O rei que ficou cego

Em ‘O rei que ficou cego’, um jovem príncipe enfrenta inúmeros desafios para trazer de volta a visão ao seu pai. É uma verdadeira aventura mítica repleta de peripécias e revelações, com rios cheios de monstros e ondas imensas, palácios de diamantes, cavalos e leões encantados, castelo de gigante e viagens por mundos paralelos.

Para tal, o grupo confeccionou um tapete gigante de 12 metros, que vai do chão ao teto, com peças de tecido que correspondem a uma paisagem de montanhas e planícies, sob um céu retalhado.

É neste grande tapete – e com a ajuda de bonecos de tecido, objetos sonoros, luzes e panos – que três narradores convidam as crianças a embarcar no caráter fantástico deste conto popular brasileiro, recolhido do livro ‘Armazém do Folclore’ de Ricardo Azevedo.

Os atores cantam à capela belas melodias que lembram cânticos tradicionais orientais e se utiliza de objetos sonoros do Brasil, do Peru e Bolívia como moringa, berrante, quijada (mandíbula de jumento) e apito de argila.

Conto popular brasileiro, versão de Ricardo Azevedo.

Para crianças a partir de 5 anos. Duração: 45 minutos.

Ficha técnica

Linguagens | Narrativa, música ao vivo, animação de formas e teatro de sombras.

Direção e Músicas | Warley Goulart

Atores | Cadu Cinelli, Helena Contente e Warley Goulart

Cenário e Adereços | Cadu Cinelli e Warley Goulart

Desenhos e Figurinos | Cadu Cinelli

Condições técnicas necessárias | Palco ou Sala com dimensões mínimas de 6m de profundidade, 7m de largura e 2,90m de altura / Iluminação ambiente ou concebida para teatro. Espaço fechado para realização de teatro de sombras / Sonoplastia ao vivo.

Espetáculo patrocinado pelo Fundo de Apoio ao Teatro – FATE.

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