Da palavra ao fio

DA PALAVRA AO FIO é um projeto de arte|educação direcionado ao desenvolvimento de ‘processos de mediação’ que possam despertar e provocar, no público atendido, vínculos afetivos de pertencimento e reconhecimento como ser atuante e cultural. É constituído por ações multidisciplinares (oficinas, criação mediada, apresentações artísticas), que relacionam oralidade, artes têxteis, teatro, animação de formas e literatura. Como o próprio nome do projeto sugere, da palavra ao fio, da ideia à criação, da história ao tapete, da criança à biblioteca, da conversa ao encontro, que nestes “entres” o vínculo afetivo possa aproximar, alinhavar e dar gosto ao encontro entre arte e seu público.

Idealizado por Cadu Cinelli,  o projeto é realizado desde 2011 em instituições culturais, educativas e sociais pelo grupo Os Tapetes Contadores de Histórias.

Na sua 3a edição, foi contemplado em 2014 pelo Programa de Fomento da Cultura Carioca, atuando em duas bibliotecas públicas da cidade do Rio de Janeiro (Tijuca e Campo Grande) com sessões de histórias, oficinas sobre a Arte de Contar Histórias, mediação junto às escolas do entorno e ainda criação de novos cenários de pano para se narrar histórias pelo grupo Tapetes Contadores.

Para sua 4a edição, em 2015,  o projeto deu continuidade as ações desenvolvidas nas Bibliotecas da Tijuca e Campo Grande, e ampliou sua atuação para as bibliotecas da Ilha do Governador e Jacarepaguá.

O projeto nasceu em 2011, quando premiado com a Bolsa Funarte de Circulação Literárias, realizando ações artísticas, entrevistas e de formação nas cidades de Lençóis (BA), São Francisco de Itabapoana (RJ), Serra Azul de Minas e Milho Verde (MG). Em abril de 2012, com apoios do Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural do Ministério da Cultura, UNESCO e L’École du Patrimoine Africaine, o projeto foi convidado para integrar a ação “L’art de la liberté”, do grupo The Company of Commom Sense dirigido por Inno Sorsy. L’art de la liberté’ consistiu na criação de painéis/livros por menores detentos da Prisão Civil de Porto Novo em Benin (Africa).



Que legal! 3 pessoas comentaram

  1. Lúcia Palma wrote:

    Estou em estado de puro encantamento,
    extasiada!. Acho vs. o máximo!Conheço seus trabalhos. Este Projeto da Palavra ao Fio é uma das coisas mais
    lindas que tenho visto.O alcance em termos de realizações e geográfico, atingindo a África é um fato para nos orgulharmos como profissionais da área e como brasileiros. O tema do fio é arrebatador.São “Entrelaçares de Vida” como eu chamo.Sou pesquisadora da tecelagem(rede de dormir), portanto entrei “na alma” do seus projetos.Isso é que eu orgulho em meu país. É nisso que os órgãos públicos têm que investir.Parabéns. Continuem. Lp..Arte-Educadora/atriz/estimuladora de leitura.

    • ostapetes wrote:

      Obrigado Lúcia, estamos bem contentes também. E seu carinho e reconhecimento nos encoraja para continuarmos. Obrigado. Abraços, Cadu Cinelli

  2. Iris wrote:

    Arrepiei… Esplendida a possibilidade do menor se reinscrever tecendo as histórias no Benin!!!
    Gente isso é muito GRANDE de lindo!
    A cada informação nova da atuação dos Tapetes Contadores de Histórias me encanto mais com as metas a que se destinam em suas performances…
    Bravo Lindos!!!
    A humanidade precisa de artistas com esta qualidade para se reencontrar.
    Um beijo no coração,
    Iris