Cadu Cinelli

Cadu Cinelli nasceu no Rio de Janeiro em 1979.

É ator, artista visual, contador de histórias e diretor teatral. Mestrando em Geografia Humana pela UFPR. Formou-se como Bacharel em Artes Cênicas – Interpretação na Escola de Teatro da UNI RIO em 2001, ARTES INTEGRADAS NA EDUCAÇÃO pelo Instituto TEAR em 2011. Especialista em Psicologia Junguiana: Arte e Imaginário pela PUC RIO (2012) e em Mediação em Artes e Cultura pelo Itaú Cultural (2014).

Desde 1998 integra o grupo Os Tapetes Contadores de Histórias, que ao longo desses anos tornou-se base de sua atuação e formação como artista.

Desde 2001 é um dos coordenadores do grupo, onde também atua como diretor teatral, ator, contador de histórias e artista visual. Com os Tapetes Contadores já se apresentou e ministrou oficinas em importantes festivais de narração e teatro, além de instituições culturais, sociais e educacionais no Brasil, Argentina, Austrália, Benin, Bolívia, Espanha, México, Nicarágua, Paraguai, Peru e Portugal.

Desde agosto de 2017 desenvolve o projeto de narração de histórias itinerante com bicicletas PERCURSOS AFETIVOS  em Curitiba, com a colaboração criativa de Dag Bach, tendo participado do ART BICIMOB 2017, do FRINGE do Festival de Teatro em 2018 e do V Festival Nacional de Contadores de Histórias de Ponta Grossa.

Como ator, trabalhou com os diretores nos respectivos espetáculos: Inno Sorsy (SHTIM SHLIM – O SONHO DE UM APRENDIZ 2014 – 17); Isaac Bernat (O HOMEM QUE TINHA MEMÓRIA 2014 -2016); Warley Goulart (O REI QUE FICOU CEGO 2005-2012, PASSARINHO À TOA 2009-2014); Joana Lebreiro (DOIS PERDIDOS NUMA NOITE SUJA 1999), Vanessa Ballalai (APAGA-ME OS OLHOS POSSO VER-TE 2005), Tarak Hammam (INSÔNIA 2001 a 2002) e Ana Luiza Magalhães (DE AMOR E MORTE 1999 a 2000).

Também dirigiu e atuou na montagem teatral DUO SOBRE DESVIOS (2013 – 2017), ao lado do ator Fabricio Moser. Com o DUO se apresentou na Espanha, Portugal,  em Campo Grande, Curitiba, Dourados, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.Dirigiu e atuou no espetáculo 3HORIZONTES com contos de Marguerite Yourcenar com co-direção de Tatiana Motta Lima (entre 2009 e 2011), e foi contemplado pelo PRÊMIO FUNARTE DE TEATRO MYRIAM MUNIZ de Circulação. Realizou a performance solo PEQUENA EPIFANIA que foi apresentada entre 2001 e 2005: no SESC Consolação SP, I Festivais de Performance de João Pessoa PB e Córdoba (AR) (2003), FRINGE do Festival de Teatro de Curitiba PR, SESC Tijuca e Mostra de Performance de Petrópolis RJ (2004). Paralelamente entre 2002 e 2005 coordenou o projeto de performances solos com o coletivo de atores, poetas e artistas visuais que se apresentaram na UNIRIO (2002), no Condomínio Cultural – RJ (2003), Centro Cultural da España em Lima (2004) e SESC Tijuca (2005).

Dirigiu os espetáculos: JUVENAL, PITA E O VELOCÍPEDE (2015 – 2019) da PANDORGA  Cia de Teatro, pelo qual recebeu indicações de MELHOR DIRETOR nos prêmios ZILKA SALABERRY e CBTIJ no ano de 2016, e O TRATADO DA SENHORA CLAP (2016 – 2019) da Cia As Penélopes Cantadoras de Histórias. O solo UM SOL DE MUITO TEMPO (2017 – 2018), a partir da obra de Marcelino Freire, com o ator Wilson Belém no ESPAÇO SESC COPACABANA. Em junho de 2019 estreará A TRAVESSIA DA BORBOLETA inspirado na obra de Rubem Alves no Mini Guaíra em Curitiba com a Sangá Cia de Teatro.

Como artista têxtil ilustrou com Warley Goulart do livro “O Congo vem aí” (2006) de Sérgio Caparelli publicado pela Editora Global.

Em 2011 foi contemplado com a Bolsa Funarte de Circulação Literária para o projeto DA PALAVRA AO FIO em que se apresentou e realizou mediações nas cidades de São Francisco de Itabapoana (RJ), Milho Verde (MG), Serra Azul de Minas (MG) e Lençóis (BA). Com este projeto desenvolveu o site www.dapalavraaofio.com para documentação de todas as atividades realizadas. Em 2012 com o PROGRAMA DE INTERCÂMBIO E DIFUSÃO CULTURAL DO MINC o projeto Da palavra ao fio viajou em colaboração com  The Company of Common Sense (Reino Unido), capitaneado por Inno Sorsy, para o projeto  L’Art de la Liberté em Benin –(África). Nos anos de 2014 e 2015 DA PALAVRA AO FIO foi realizado na cidade do Rio de Janeiro em escolas e bibliotecas da rede municipal.

Realizou curadoria de projetos relacionados a Narração de Histórias:  Entre 2010 e 2011 com os projetos “Ciranda de Histórias” e “Dê uma leitura de presente” com a Coordenação do Livro e Leitura da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de janeiro; entre de 2012 a 2016 com o projeto BABETE do COLETIVO GOURMET.

Entre 2009 a 2013 foi um dos oficineiros do programa Segundo Turno Cultural em que realiza e coordena as oficinas lúdicas de contos em escolas da rede municipal de educação do Rio de Janeiro.

Para conhecer mais sobre a história do grupo, clique aqui.

7 comentários em “Cadu Cinelli

  1. Cadu, aqui na Creche Vila Kennedy começamos a confeccionar nosso próprio material, e adoraríamos de obter a história da “nuvenzinha que queria ser uma estrela”, como eu faço. Grande abraço, Bete Fazollo.

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