Na última segunda‑feira, o Maracanã virou o palco de um dos jogos mais desequilibrados da história recente do Flamengo. O placar de 8 a 0 sobre o Vitória não só quebrou recordes como também sinalizou que o clube carioca está em um momento de puro domínio técnico, tático e físico.
Como o placar foi construído minuto a minuto
O duelo começou com explosão de ataque. Aos 2 minutos, Samuel Lino já encontrava o fundo das redes, aproveitando um cruzamento curto e mostrando a velocidade que tem sido a marca do seu jogo. Um minuto depois, Pedro completava a sequência, balançando as redes ao aproveitar um deslize da defesa adversária.
A partir daí o ritmo não parou:
- 3' – Pedro (1.º gol do hat‑trick)
- 34' – Giorgian de Arrascaeta, com um chute de fora da área que desviou no canto.
- 47' – Pedro (2.º gol)
- 50' – Samuel Lino (2.º gol)
- 54' – Luiz Araújo, após uma jogada coletiva que desmontou a linha defensiva.
- 59' – Pedro (3.º gol, fechamento do hat‑trick)
- 81' – Bruno Henrique converte penalidade, encerrando a festa ofensiva.
Os oito gols foram fruto de diferentes situações – contra‑ataques rápidos, jogadas trabalhadas na linha de fundo e até uma cobrança de pênalti. Essa variedade mostrou que o ataque do Flamengo não depende de um único esquema, mas de múltiplas facetas que deixam qualquer defesa em apuros.
Contexto da temporada e repercussões
Para quem acompanha a Série A de 2025, o resultado chega no 21º turno, quando a disputa pela classificação à Libertadores já está aquecida. O Flamengo, que lidera o bloco de cima, viu sua vantagem aumentar significativamente, consolidando a campanha como uma das mais consistentes da última década.
Já o Vitória, que ocupa a 17ª posição com apenas 19 pontos, tem as esperanças de escapar da zona de queda ameaçadas por esse rombo de gols. O técnico baiano ainda não encontrou solução para as fragilidades defensivas, que ficaram escancaradas diante da pressão rubro‑negra.
O técnico do Flamengo, Rogério Ceni, explicou em entrevista pós‑jogo que o plano foi “manter a posse, explorar a velocidade dos lados e pressionar alta”. A estratégia funcionou perfeitamente: o time controlou a bola em 65% dos minutos e finalizou 22 vezes, convertendo 36% de chance, números bem acima da média da competição.
Os torcedores também viveram momentos marcantes. Nas arquibancadas, o grito coletivo a cada gol virou um protesto de pura euforia, enquanto nas redes sociais o hashtag #Flamengo8a0 estourou, acumulando milhares de menções em poucos minutos.
Historicamente, a vitória ultrapassa todas as margens de vitória registradas desde 2003, quando o sistema de pontos foi adotado. Até então, a maior diferença foi de 7 a 0, registrada em 2011. O 8 a 0 do Flamengo agora entra para os anais como o jogo‑coração da temporada, lembrado em discussões sobre grandes performances no futebol brasileiro.
O próximo desafio do Flamengo será contra o Palmeiras, nas próximas semanas, e a equipe já demonstra confiança para manter o ritmo. Por outro lado, o Vitória tem pela frente um duelo crucial contra o Atlético‑MG, no próximo domingo, às 18h30 (horário de Brasília), no Barradão. Uma vitória será indispensável para manter viva a esperança de fugir do rebaixamento.
Em suma, a noite de 25 de agosto ficará marcada não só pelos oito gols, mas pela demonstração clara de que o Flamengo combina talento individual, organização coletiva e vontade de vencer. Para o Vitória, o caminho agora é reavaliar a tática defensiva, buscar soluções rápidas e tentar virar a situação antes que seja tarde demais.
Marcia Bento
setembro 27, 2025 AT 13:32QUE JOGO DO CARALHO! O Flamengo tá num nível que parece jogo de vídeo game, só que real e com mais golaço! Samuel Lino parecia um raio, Pedro fez hat-trick como se fosse treino, e o Arrascaeta mandou uma bomba que até o goleiro do Vitória ficou olhando pro céu 🤯💥
Essa equipe tá com a alma do futebol brasileiro de volta, sem enrolação, sem medo, só pura explosão. O Maracanã tremeu, a galera chorou de alegria, e o Vitória... bem, eles devem estar ainda procurando a bola no fundo das redes 🙃
Bárbara Sofia
setembro 28, 2025 AT 09:18eu não acredito que isso aconteceu de verdade sério tipo meus olhos não viram isso não o Pedro é um deus e o Flamengo tá no outro plano da existência e eu tô aqui comendo pão com manteiga e quase vomitei de tanto grito
Wallacy Rocha
setembro 30, 2025 AT 07:498 a 0? sério? isso foi só porque o Vitória tá no fundo do poço né? tipo, se o Flamengo jogasse contra o Palmeiras no mesmo estado, aí sim a gente fala de grandeza. Mas contra um time que tá quase rebaixado? isso não é mérito, é expectativa 🤷♂️
Aliás, o Bruno Henrique cobrou pênalti? sério? o cara tá com 3 gols no ano e agora faz o 8º? isso é sorte ou o goleiro tava dormindo? 😴⚽
Camila Mac
outubro 1, 2025 AT 06:26Isso aqui é um esquema de manipulação midiática, tá vendo? O Flamengo tá sendo impulsionado por um algoritmo da CBF que quer criar um 'clube-ícone' artificial pra atrair patrocínios globais. Os 8 gols? Produzidos em estúdio com CGI e atores pagos pra correr na grama. O Vitória? Contratado pra perder. O técnico do Flamengo? Um agente da FIFA disfarçado de ex-jogador.
Se você acha que é só futebol, tá enganado. É operação psicológica pra desacreditar o futebol baiano e vender mais camisas. O #Flamengo8a0 é um hashtag de lavagem cerebral. E o pior? Todo mundo caiu. Toda essa euforia é uma armadilha corporativa. Vão ver, em 3 meses o time cai pra 15º e ninguém lembra disso. Mas aí o marketing já vendeu 2 milhões de camisas. 🧠💣
Andrea Markie
outubro 2, 2025 AT 23:10É isso que acontece quando o futebol deixa de ser arte e vira indústria. O Flamengo não está jogando, está performando. Cada gol foi uma cena de um comercial de cerveja, cada corrida, um movimento de câmera planejado. Pedro? Um produto. Arrascaeta? Um ícone de marketing. E o Maracanã? Um palco de consumo emocional.
Essa vitória não é de um time, é de um sistema. Um sistema que transforma paixão em métrica, torcedor em cliente, e gols em KPIs. O Vitória? A vítima perfeita. Aquele time que serve de fundo negro pra iluminar a glória alheia.
Quem canta essa música? Quem paga por ela? Quem se esquece do que é o futebol quando ele vira show? Eu chorei. Não de alegria. De tristeza. Porque isso aqui não é futebol. É espetáculo. E o pior? Todo mundo quer entrar no palco.
Quando a gente vai lembrar que o coração do jogo é o jogador, não o algoritmo? Quando vamos parar de celebrar a destruição como vitória?
Essa noite não foi histórica. Foi trágica. E a gente tá aplaudindo o fim da alma do esporte. 🖤